quarta-feira, 28 de novembro de 2007


Da uma sacada na minha anja!

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Dom

Vivendo nos becos molhados da solidão, vejo um
pequena luz no fim do túnel, ai fecho meus
olhos e ao abri-los, posso ver que as coisas
boas não se acham, elas estavam dentro de mim
o tempo todo. Por tanto tempo fiquei esquecida
em meus próprios medos, mais eu aprendi a
viver cada momento e sua duração, e a me
transportar para um mundo em que o vento me
traz uma lenda que me faz ser capaz de sorrir
e me da forças para viver. Sou a chapeuzinho
vermelho, sem medo foi pela floresta, e mesmo
assim saiu viva pois nunca teve medo de seguir
o caminho que seu coração pediu. Era como a
bela adormecida, sonhava, sonhava e ao acordar
via apenas bruxas a voar sobre mim. Serei como
a pequena sereia, livre a nadar e viver onde o
meu amor se encontrar. Achar um lugar do mundo
pelo qual eu possa lutar sabendo que vou
ganhar, e que ali serei feliz porque a vida só
é bela para os que têm o dom de seguir seu
caminho da felicidade.

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Sobrevivência

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Os venenos mais perigosos são os que mais temos sede de provas. Mesmo sabendo que podem nos deixar em uma escuridão, fria e vazia. Provei do teu veneno e me perdi em teus carinhos, sinto falta de poder me embreagar ao beber do nectar dos teus delírios à luz do luar. As lágrimas que ardiam ao escorrer pelo rosto, viraram um ar sufocante, um enjoou da importância que era a necessidade que se fazia o teu nome. Minha mente está em uma perda total de mim, meu coração pede que não mintas mais e que não volte a me jogar em teu castelo, que posso chamar de prisão, a minha prisão de gelo. Admirável sombra que me cobre em crimes por amar subtamente você, forte fusão do corpo ao desejo, que me afoga em teu tenebroso mar, pequenas asas que salvam meus sentimentos e que te levam como recados através do espelho, poderosos espinhos que ultrapassam minha alma e me cegam, cadê você agora? Ouço apenas tua voz fugir e assim desaparecer. Se um dia você tentar ver seu caminho em minha existência, eu não passarei mais em tua porta. Quando fores capaz de me enxergar, não serei mais tua princesa de sal. Eu serei apenas teu passado, o mais presente e doce delírio de outro alguém e no futuro verei só tua pele queimada pelo ardôr das lágrimas, tua escuridão pela falta da tua luz engrandecedora & tua surpresa ao olhar em meus olhos felizes e achar, apenas, a tua perda letál ao provar do teu próprio veneno.
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By: me!

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Começando... ^^
Bom, criei mais o blog porque gosto de escrever e não posso estar fazendo isso no fotolog direto, então se eu faltar por la, com certeza estarei por aqui contando algumas coisinhas mais novas ok pessoal???? ^^

Bom, como começar ne mesmo?? kkkkkkk
eu sou uma pessoa bem louca sabe, bem tímida de vez em quando, e bem realista a cima de tudo!!!!!!!!!!!!!!!
vo deixar um pequeno poeminha aki pra vcs, que eu vi da Juliana Lohman, e que adorei por sinal.. bjus pessoas!
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Eu não posso ver o que está acontecendo, minha incapacidade não deixa. Porque que eu só vejo o breu, se meus olhos estão tão arregalados? Entro em um estado anestésico falho: perco os sentidos, mas sinto dor. Agonizo aos berros um socorro, mas meu eco é ensurdecedor. Os gritos batem nas paredes do meu cérebro e voltam vibrando com mais força pelas minhas entranhas. Sinto tontura. Estou surda, já não sei mais se grito. Minhas idéias entortam. Eu me encurvo, mas meus sentimentos não se intimidam e engrandecem sobre o meu corpo caído. Minhas crenças já se espalharam pelo espaço e sei que levará tempo para eu caçar uma por uma de novo. Sem saber, despedaço-me. Jogo cada pedaço do meu ser em diferentes direções do escuro. Meu interior está picado parte a parte, posso sentir a ardência que as lâminas me deixaram. Despetalada, vôo sem rumo. Não tenho forças para me mover, mas um furacão me leva bruscamente nesta caverna. Meus restos batem em pedras pontudas e me sujam em águas podres. Meu interior, estranho e imundo, luta inutilmente contra esse mofo de vida na esperança da luz do sol aparecer timidamente em alguma rachadura.
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