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Os venenos mais perigosos são os que mais temos sede de provas. Mesmo sabendo que podem nos deixar em uma escuridão, fria e vazia. Provei do teu veneno e me perdi em teus carinhos, sinto falta de poder me embreagar ao beber do nectar dos teus delírios à luz do luar. As lágrimas que ardiam ao escorrer pelo rosto, viraram um ar sufocante, um enjoou da importância que era a necessidade que se fazia o teu nome. Minha mente está em uma perda total de mim, meu coração pede que não mintas mais e que não volte a me jogar em teu castelo, que posso chamar de prisão, a minha prisão de gelo. Admirável sombra que me cobre em crimes por amar subtamente você, forte fusão do corpo ao desejo, que me afoga em teu tenebroso mar, pequenas asas que salvam meus sentimentos e que te levam como recados através do espelho, poderosos espinhos que ultrapassam minha alma e me cegam, cadê você agora? Ouço apenas tua voz fugir e assim desaparecer. Se um dia você tentar ver seu caminho em minha existência, eu não passarei mais em tua porta. Quando fores capaz de me enxergar, não serei mais tua princesa de sal. Eu serei apenas teu passado, o mais presente e doce delírio de outro alguém e no futuro verei só tua pele queimada pelo ardôr das lágrimas, tua escuridão pela falta da tua luz engrandecedora & tua surpresa ao olhar em meus olhos felizes e achar, apenas, a tua perda letál ao provar do teu próprio veneno.
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By: me!
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
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